por Cassie Murdoch
É difícil de acreditar, mas houve um tempo, há menos de uma década, em que o Facebook sequer existia. Não havia jeito de dizer imediatamente a todo mundo que você havia conhecido um lugar que serve uma costela deliciosa ou que sua filhinha finalmente está usando o pinico. (Finalmente! Todos respiram fundo). Mas apenas em poucos anos, desde que brotou na mente de Zuckerberg, o Facebook praticamente tem tomado nossas vidas, e agora ele pode destruí-las. Sim, como o crack e álcool fizeram antes, Facebook parece ter um porão inquebrável no nosso cérebro.Felizmente, cientistas descobriram o porquê de nós não conseguirmos parar de curtir tudo que vimos e até conseguiram criar um teste para dizer se você tem ou não um problema sério com Facebook. Pronto para descobrir se você está a um update de arruinar sua vida?
Quanto ao porquê de nós termos ficado tão dependentes de sugar o tempo todo a interface azulzinha inventada por Mark Zuckerberg, verifica-se que o Facebook atua basicamente nos nossos cérebros cansados do mesmo jeito que qualquer coisa prazerosa age. Atualmente, o Facebook não tem muita novidade, mas a possibilidade que ele nos dá de nos vangloriar em massa sobre nós mesmos é o que faz a coisa valer a pena. Um novo estudo feito por neurocientistas de Harvard descobriu que falar sobre nós mesmos nos dá prazer parecido como o de comer, ganhar dinheiro ou fazer sexo. Uma simples auto-vangloriação = uma simples torta gostosa, ou algo parecido.
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