22
jul

Inadequação em tempos de maternidade virtual

Com a nova tecnologia digital à disposição das chamadas “mães tóxicas” crescem os fenômenos de aparelhamento da dependência por telefonia celular e até invasão de Facebooks

Christian Ingo Lenz Dunker
Gonçalo Viana

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10
jul

Ninguém falou aos jogadores que eles poderiam perder

Psicóloga do esporte diz que sensação de descontrole tomou conta dos atletas do Brasil quando eles perceberam que a derrota para a Alemanha era inevitável

Criança durante o jogo entre Brasil e Alemanha no Mineirão, em BH -

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01
jul

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo diminui a produtividade

Comprometer-se com muitas atividades sobrecarrega memória de trabalho e demanda mais esforço para concluí-las

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13
jun

A estrutura do cérebro determina nossa visão política?

Neurocientistas e psicólogos dos Estados Unidos e Grã-Bretanha estão pesquisando como atitudes políticas podem estar ligadas ao cérebro.

Timandra Harkness

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09
jun

Sexo e saúde do cérebro

Pesquisas comprovam a importância de uma atividade sexual prazerosa e creditam à prática a propriedade de preservar e estimular a massa encefálica, além de reconhecer o cérebro como o mais importante dos órgãos sexuais

por Carmita Abdo

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04
jun

Estratégias de apaziguamento podem fortalecer laços afetivos

Psicólogos apontam comportamentos que ajudam a resolver as diferenças entre casais

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28
abr

Moradores de grandes centros têm maior risco de depressão, ansiedade e esquizofrenia

Pressão social da vida urbana compromete circuitos cerebrais relacionados ao esgotamento físico e mental

Andreas Meyer-Lindenberg
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14
abr

Sexo é cola – para alguns

Escolha com cuidado quem você leva para a cama, pois seu cérebro pode se amarrar mais do que você gostaria

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28
mar

Amor – O Início

Você perde o sono, a fome, sobe às nuvens e sente a vida virar de ponta-cabeça. Mas o que, afinal, faz com que uma pessoa se apaixone por outra?

 

“Quer viver um grande amor? Pergunte-me como.” Parece uma promessa de charlatão – afinal, não existe nada mais imprevisível que a paixão, certo? Milhões de palavras foram gastas, ao longo dos séculos, para descrever os mistérios dela. Do matemático Blaise Pascal (“o coração tem razões que a própria razão desconhece”) ao físico Albert Einstein (“como a ciência poderia explicar um fenômeno tão importante como o amor?”), todas as maiores mentes da humanidade se declararam impotentes frente aos mistérios e caprichos da paixão. Elas estavam erradas. A ciência está começando a descobrir que existe, sim, lógica no amor. E, quem sabe, até uma fórmula. Matemáticos da Universidade de Genebra estudaram 1 074 casamentos, analisando diversas características dos cônjuges, e chegaram a uma fórmula do que seria o par ideal – com maior taxa de felicidade e menor risco de separação. A mulher deve ser 5 anos mais jovem e 27% mais inteligente do que o homem (o ideal é que ela tenha um diploma universitário, e ele não). E é preciso experimentar bastante antes de decidir: uma análise feita pelos estatísticos John Gilbert e Frederick Mosteller, da Universidade Harvard, apontou que, se você se relacionar com 100 pessoas durante a vida, suas chances de encontrar o par ideal só chegam ao auge na 38ª relação. Faça tudo isso e você será premiado com 57% mais chance de ser feliz. Mas, se você achou essas condições meio sem sentido, ou no mínimo difíceis de seguir, acertou. As conclusões são puramente estatísticas, ou seja, projetam um cenário ideal e não levam em conta as decisões que as pessoas realmente tomam: praticamente todos os casais estudados pelos cientistas suíços (para ser mais exato, 99,81%) não viviam seguindo à risca a fórmula. Afinal, as pessoas não são equações. São uma pilha de neurotransmissores, hormônios – e experiências.

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13
mar

Terapia cognitiva contra depressão

Comparativo entre tratamento pela fala e com remédios mostrou desempenho semelhante.
Abordagem tradicional seria mais eficaz para evitar volta do problema, sugere trabalho.

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