30
out

O que os novos neurônios fazem

Cientistas acreditam que que aumentar a produção de novas células cerebrais pode ajudar a fixar novas memórias e contribuir para reverter transtornos de ansiedade

Mazen A. Kheirbek e René Hen
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08
out

Sem palmada!

Estabelecer limites é uma forma de amar, de cuidar e proteger. A questão discutida aqui é a forma como esses limites são estabelecidos e, para isso, é preciso rever valores

Por Beatriz Acampora e Silva de Oliveira


Beatriz Acampora e Silva de Oliveira é mestre em Cognição e Linguagem, psicóloga, jornalista e professora da área de saúde da Universidade Estácio de Sá. Autora do livro Autoestima: Práticas para transformar pessoas e, em parceria com João Oliveira, A Importância dos Sonhos. Ambos publicados pela Wak Editora.

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03
out

O Brilho do Carisma

A liderança surge como um processo coletivo e muitas vezes funciona como uma espécie de “truque”, que pode ser aprendido e desempenhado em condições específicas

S. Alexander Haslam e Stephen D. Reicher
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29
set

O Risco dos Estimulantes na Infância

Crianças distraídas demais estão prestes a se enquadrar em um novo distúrbio, que já está no alvo de laboratórios. Isso pode aumentar o uso já exagerado – e perigoso – de estimulantes na infância

por Michele Muller

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Antes de diagnosticar uma criança com TDAH, deve-se levar em conta que muitas condições podem ter relação com seu comportamento inquieto, como problemas de visão, audição e superdotaçã

Há um movimento na Psiquiatria que defende a legitimação do Tempo Cognitivo Lento (Sloggish Cognitive Tempo), uma desordem que tem grandes chances de engrossar as páginas da futura edição do Diagnóstico de Saúde Mental (DSM). No início do ano, o Journal of Abnormal Child Psychology, publicação oficial da Sociedade Internacional de Pesquisas em Psicopatia Infantil, dedicou 136 páginas ao novo distúrbio, que poderia vir a disputar com o déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) o título de diagnóstico mais comum entre crianças e adolescentes.

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17
set

Brincar contribui para o desenvolvimento infantil

A brincadeira permite que a criança dê significado a momentos de crise e elabore vínculos afetivos e sociais

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Quanto tempo as crianças são capazes de brincar sem interrupção? Segundo observadores, as de 2 anos concentram-­se cerca de cinco minutos em uma única atividade; as de 5, 15 minutos. Qual o sentido dessa medição? Preocupados com as futuras gerações, especialistas questionam a qualidade da infância atual, em especial o tempo diário destinado às brincadeiras. Vital para o desenvolvimento infantil nos aspectos social, psicológico e cognitivo, brincar é o principal meio encontrado pelos pequenos para adentrar o universo das relações humanas. É o que lhes permite elaborar vínculos afetivos e sociais, bem como desenvolver a criatividade e o interesse pela aprendizagem.

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08
set

Transtornos Emocionais do Envelhecimento

Como disse Adoniran Barbosa “Envelhecer é Uma Arte”. De fato há uma arte em envelhecer e suas peculiaridades são muitas 

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O relacionamento do idoso com o mundo se caracteriza pelas dificuldades adaptativas, tanto emocionais quanto fisiológicas; sua performance ocupacional e social, o pragmatismo, a dificuldade para aceitação do novo, as alterações na escala de valores e a disposição geral para o relacionamento objectual. No relacionamento com sua história o idoso pode atribuir novos significados a fatos antigos e os tons mais maduros de sua afetividade passam a colorir a existência com novos matizes; alegres ou tristes, culposas ou meritosas, frustrantes ou gratificantes, satisfatórias ou sofríveis… Por tudo isso a dinâmica psíquica do idoso é exuberante, rica e complicada.

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01
set

Como a terapia cognitiva pode mudar seu cérebro

Dr. Cristiano Nabuco

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Já não é de hoje que sabemos a respeito da importância de se fazer uma “boa” psicoterapia em certas fases ou momentos de vida. Muito embora exista atualmente um número bastante expressivo de abordagens disponíveis no mercado (mais de 850 em uma última contagem), algumas delas frequentemente são mais estudadas e, por isso, amplamente testadas em relação à sua eficácia terapêutica.

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21
ago

Ciúme Patológico

Ciúme Patológico é um desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro(a).

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Em questões de ciúme, a linha divisória entre imaginação, fantasia, crença e certeza freqüentemente se torna vaga e imprecisa. No ciúme as dúvidas podem se transformar em idéias supervalorizadas ou francamente delirantes. Depois das idéias de ciúme, a pessoa é compelida à verificação compulsória de suas dúvidas. O(a) ciumento(a) verifica se a pessoa está onde e com quem disse que estaria, abre correspondências, ouve telefonemas, examina bolsos, bolsas, carteiras, recibos, roupas íntimas, segue o companheiro(a), contrata detetives particulares, etc. Toda essa tentativa de aliviar sentimentos, além de reconhecidamente ridícula até pelo próprio ciumento, não ameniza o mal estar da dúvida.

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20
ago

Uso regular de maconha por adolescentes traz efeitos negativos ao cérebro

Fumar maconha apenas uma vez por semana pode ter um efeito negativo significativo no cérebro de adolescentes e adultos jovens, incluindo o declínio cognitivo, falta de atenção e memória, e diminuição do QI, de acordo com psicólogos que discutem as implicações para a saúde da legalização da maconha na Convenção Anual da American Psychological Association.

“É preciso enfatizar que o uso regular de cannabis, que consideramos como sendo uma vez por semana, não é seguro e pode resultar em dependência e danos neurocognitivos, especialmente na juventude”, disse Krista Lisdahl, Ph.D., diretor do laboratório de neuropsicologia na Universidade de Wisconsin-Milwaukee. maconha-adolescentes-americanos-436

Ela observou que o uso da maconha está aumentando, citando um estudo de 2012 que constatou que 6,5% dos alunos do ensino médio relataram fumar maconha diariamente, índice muito acima dos 2,4% constatado em 1993. Além disso, 31% dos jovens adultos entre as idades de 18 e 25 relataram o uso de maconha no último mês.

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13
ago

Como lidar com a depressão

O que é a depressão, quais são suas características e como lidar com a pessoa deprimida

Rodrigo Levino

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