14
abr

Sexo é cola – para alguns

Escolha com cuidado quem você leva para a cama, pois seu cérebro pode se amarrar mais do que você gostaria

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28
mar

Amor – O Início

Você perde o sono, a fome, sobe às nuvens e sente a vida virar de ponta-cabeça. Mas o que, afinal, faz com que uma pessoa se apaixone por outra?

 

“Quer viver um grande amor? Pergunte-me como.” Parece uma promessa de charlatão – afinal, não existe nada mais imprevisível que a paixão, certo? Milhões de palavras foram gastas, ao longo dos séculos, para descrever os mistérios dela. Do matemático Blaise Pascal (“o coração tem razões que a própria razão desconhece”) ao físico Albert Einstein (“como a ciência poderia explicar um fenômeno tão importante como o amor?”), todas as maiores mentes da humanidade se declararam impotentes frente aos mistérios e caprichos da paixão. Elas estavam erradas. A ciência está começando a descobrir que existe, sim, lógica no amor. E, quem sabe, até uma fórmula. Matemáticos da Universidade de Genebra estudaram 1 074 casamentos, analisando diversas características dos cônjuges, e chegaram a uma fórmula do que seria o par ideal – com maior taxa de felicidade e menor risco de separação. A mulher deve ser 5 anos mais jovem e 27% mais inteligente do que o homem (o ideal é que ela tenha um diploma universitário, e ele não). E é preciso experimentar bastante antes de decidir: uma análise feita pelos estatísticos John Gilbert e Frederick Mosteller, da Universidade Harvard, apontou que, se você se relacionar com 100 pessoas durante a vida, suas chances de encontrar o par ideal só chegam ao auge na 38ª relação. Faça tudo isso e você será premiado com 57% mais chance de ser feliz. Mas, se você achou essas condições meio sem sentido, ou no mínimo difíceis de seguir, acertou. As conclusões são puramente estatísticas, ou seja, projetam um cenário ideal e não levam em conta as decisões que as pessoas realmente tomam: praticamente todos os casais estudados pelos cientistas suíços (para ser mais exato, 99,81%) não viviam seguindo à risca a fórmula. Afinal, as pessoas não são equações. São uma pilha de neurotransmissores, hormônios – e experiências.

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13
mar

Terapia cognitiva contra depressão

Comparativo entre tratamento pela fala e com remédios mostrou desempenho semelhante.
Abordagem tradicional seria mais eficaz para evitar volta do problema, sugere trabalho.

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08
mar

Para as mulheres de todos os tempos e lugares

O Poder e as mulheres

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28
fev

O carnaval e a importância dos ritos

Para Jung, os rituais facilitam a conexão entre nossas realidades interiores e exteriores, assim como entre os mundos conhecidos e desconhecidos 

Por Carlos São Paulo

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20
fev

O Consumismo da Elite é Desespero

O PSIQUIATRA FLÁVIO GIKOVATE FALA SOBRE AS ANGÚSTIAS DA ELITE QUE FREQUENTA SEU CONSULTÓRIO E O ESTRESSE DO MUNDO MODERNO

9 mil pacientes atendidos, 1 milhão de livros vendidos e programa na cbn (Foto: João Mantovani)

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05
fev

Atividades em excesso podem causar estresse e depressão infantis

Para psicóloga, família deve saber equilibrar tarefas com períodos de brincadeiras e lazer


É cada vez maior o número de crianças e adolescentes afetados por excesso de atividades no dia-a-dia. Essa sobrecarga, somada ao medo de decepcionar os pais, pode levar crianças a partir de 6 anos a desenvolver estresse infantil.A psicóloga Márcia Ferreira observa que os pais impõem aos filhos, desde pequenos, várias atividades – como música, balé, esportes, idiomas – para que eles não fiquem sozinhos em casa enquanto trabalham. “O objetivo desses pais é estimular nos filhos a possibilidade de ascensão profissional e pessoal de mais qualidade no futuro”, comenta. “Porém, a criança não é uma máquina. Ela passa por etapas de desenvolvimento que precisam se respeitadas; brincar é uma delas. Quando não têm esse tempo, aparecem os sintomas de estresse”.Márcia cita os sintomas físicos: dor de barriga ou de cabeça sem causa aparente, diarreia, náuseas, gagueira, tiques nervosos e alterações no apetite. “Elas também podem voltar a fazer xixi na cama e ranger os dentes.

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30
jan

Iludidas pelo perdão?

A matéria “Iludidas pelo Perdão”, publicada no Caderno Cidades do Correio Braziliense, em 11/02/2007, coloca algumas questões graves. Um mês depois de havermos, sem sucesso, tentado apresentar um contraponto em artigo que esperávamos ser publicado no mesmo jornal, aceitamos outros espaços.


Por que as mulheres agredidas vão à delegacia para registrar queixa de agressão sofrida pelo marido/companheiro e, dias depois, regressam para retirá-la, assinando o termo de renúncia? Por que as mulheres perdoam seus algozes? Promotores/as e juízes/as estimam que, em mais da metade dos processos abertos, as mulheres capitularam…  Uma autoridade da área da Justiça chegou a declarar haver dois tipos de mulheres — “as que gostam de apanhar” e as que “têm dignidade e acabam morrendo”. Essas questões nos remetem a vários questionamentos. Chamamos atenção para alguns, entre eles.

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23
jan

Cognição e esquizofrenia

Já no primeiro episódio da patologia os prejuízos são amplos e sérios, similares aos observados em pacientes doentes há algum tempo; a conclusão reforça a necessidade de diagnóstico precoce para diminuir sequelas

© NAMETTE HOOSLAG/PHOTODISC

A deterioração da capacidade intelectual de pessoas com esquizofrenia não se dá, necessariamente, ao longo da vida – como durante muito tempo os especialistas acreditaram. Problemas cognitivos graves e generalizados parecem existir já na fase inicial da doença, o que torna difícil para as pessoas com esse transtorno realizar tarefas cotidianas, como trabalhar e estudar. A conclusão é de um novo estudo publicado pela Associação Americana de Psicologia (AAP). Entender os problemas cognitivos centrais e precoces pode ajudar os clínicos a diagnosticar com mais precisão a esquizofrenia incipiente, diferenciando-a de outros transtornos neuropsiquiátricos que também levam a distúrbios cognitivos, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Combinar os sinais de alerta cognitivos da esquizofrenia com o histórico familiar e os sinais de piora gradativa das funções diárias também pode ajudar especialistas a obter um diagnóstico precoce, o que em muitos casos previne problemas.

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10
jan

Por que as crianças francesas não têm Deficit de Atenção?

Marilyn Wedge, Ph.D

EQ 2-ilu

 

Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a 0,5%. Como é que a epidemia de TDAH, que tornou-se firmemente estabelecida nos Estados Unidos, foi quase completamente desconsiderada com relação a crianças na França?

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