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Indicação de filme: NADA É PARA SEMPRE

Em nossa origem encontramos os recursos internos necessários para nos curar e também para nos desenvolver

Não é, por acaso, que existe o símbolo árvore da vida.

Podíamos ficar apenas com este símbolo para compreender que somente quando estamos conectados com nossa fonte é que geramos frutos.

Reconhecer este aspecto essencial significa aceitação, aceitar verdadeiramente nossa origem, nossa condição interior. Este é o maior e mais decisivo passo que podemos tomar por nós mesmos.

“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece”. Nietzsche

Sim, somente tomados de muita coragem e de muita disponibilidade para agir é que podemos voltar para nossa origem e fazer o mergulho necessário em nossa história para tomarmos consciência de quem nós, verdadeiramente, somos.

À medida que fazemos este mergulho já começamos a nos nutrir do essencial em direção à real conexão.

Fugir desta conexão representa, muitas vezes, nossa morte, negar nossa origem é negar todo nosso potencial de vida.

Voltar à nossa origem nos reconecta com a nossa verdade

Por isso, quando algo não estiver dando certo na vida, a saída de emergência é sempre conectar com a nossa origem. Lembra daqueles jogos de tabuleiro quando somos punidos a voltar duas casas? Essa é a melhor metáfora para quando algo estiver dando muito errado. Neste momento, volte duas casas, ou seja, volte à sua origem.

O terapeuta, pode propiciar este encontro, desde que, antecipe na alma a reconciliação do cliente com a sua origem. O efeito é transformador para ambos. Assim, estão os dois à serviço da vida e do potencial de vida de cada um.

O filme NADA É PARA SEMPRE nos mostra esse retorno a fonte como busca, mas principalmente como um encontro de si mesmo

Experimente essa conexão ou enquanto terapeuta experimente antecipar esta solução na alma e verifique que o cliente caminhará com muito mais segurança rumo ao desenvolvimento.

 

Andréia Castagna Ferreira

 

 

 

 

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